“Mundo Verde” projeta crescer 25% em 2018

novembro 30 2017
Mundo Verde

A rede de produtos naturais “Mundo Verde” projeta crescer 25% em 2018.

Detentora de 400 pontos de venda, e empresa buscar atingir em 2018 500 unidades inserindo novas estratégias.

Entre elas está a inserção de 50 quiosques, que exige menor investimento do franqueado reduzindo de R$ 400 mil para R$ 120 mil.

Compõe ainda na nova estratégia,  iniciar a operação do e-commerce da rede, com utilização de site e aplicativos para  smartphones.

Os quiosques, por ocuparem áreas reduzidas, estarão focados na comercialização de produtos da marca própria .

E com praxe de mercado, serão instalados em shoppings centers áreas comerciais de grandes  circulação como supermercados.

Segundo entrevista concedida ao Diário do Comércio, o presidente da empresa Charles Martins, informou que hoje ‘cerca de 15% das vendas da Mundo Verde – que deve fechar 2017 com um faturamento de quase R$ 600 milhões – já vêm dos produtos de marca própria.”

Detentora das marcas Mundo Verde Seleção(120 produtos) e Elixir, ( 32 produtos), a  primeira marca é voltada a alimentos e bebidas, portanto destinada ao público masculino e feminino.

Já a marca Elixir está voltada ao público feminino, contendo  capsulas de colágeno ômega 3.

Charles Martins, afirmou ainda que “meta é que as marcas próprias representem 50% das receitas já nos próximos cinco anos.”

A rede Mundo Verde, foi criada há 30 anos, ratificando através da sua existência, uma forte solidez de mercado.

E se distância das demais marcas de produtos naturais, pois não pegou “carona” em onda “natureba”, mas possui uma linha de diversificada de produtos além de inserir treinamentos constantes para seus vendedores, que orientam e esclarecerem o  consumidor.

Por sinal, o perfil desse consumidor, tanto masculino quanto feminino, segue com  uma tendência de fidelização quanto aos pontos de vendas, pois a aquisição dos produtos se dá (muitas vezes) em horários de expediente para consumo no almoço ou lanches rápidos low fat.

Portanto lojas próximas a escritórios comerciais, é uma tendência que se consolida.

Texto: Roberto Mangraviti

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